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Irmão Guilherme: “Celebrar a Paixão de Jesus é compreendermos o verdadeiro sentido da obediência.”

Na Sexta-feira Santa, toda a Igreja revive a Paixão do Senhor. Dia de jejum e abstinência. Na Paróquia Sagrada Família, aconteceu a Via-sacra na Matriz às 8h. Às 15h, o momento ápice deste dia. Dentro do Tríduo Pascal, a Adoração a Santa Cruz foi um momento de profundo silêncio e reflexão.

Nosso pároco Padre Laurindo presidiu este momento solene, que contou com a participação do Irmão Guilherme, msf.

Em uma procissão silenciosa os religiosos se dirigiram ao altar onde fizeram reverência a Jesus Crucificado. Padre Laurindo iniciou acolhendo os fiéis. Após as leituras e a proclamação do Evangelho que retrata os últimos momentos de Jesus até sua crucificação, Irmão Guilherme fez uma bela homilia. Veja os principais aspectos:

“O que é a Paixão de Cristo? Se olharmos este momento da entrega de Jesus, está intimamente ligado a última ceia, onde instituiu o sacramento da Eucaristia. Jesus antecipa a sua entrega na cruz, nos entregando o pão que é seu corpo, nos entregando o vinho que é seu sangue, para a salvação de todos nós, da nossa Igreja. Então Jesus, quando começa a celebração da última ceia com seus discípulos, São João nos diz que Jesus sabendo que tinha chegado a sua hora, de passar deste mundo para o Pai, ele celebrou a última ceia. Aqui tem duas realidades muito importantes: a realidade da hora e a realidade do passar.”

Chegou a hora de Jesus. Se nós lermos o Evangelho de São João, vamos ver que por diversas vezes Jesus diz: ‘Ainda não chegou a minha hora’. Mas nós recordávamos nas bodas de Caná, que Maria pede a Jesus, e Jesus diz: ‘Mulher, a minha hora ainda não chegou.’ Por mais vezes Jesus vai dizendo isso. Ainda não está na hora da minha glorificação. E que hora é essa? A hora de Jesus é a hora da cruz. Foi para isso que Ele veio. Foi para doar sua vida pela salvação do mundo.”

“E depois a segunda realidade. O passar. Jesus sabia que tinha chegado a hora de passar deste mundo para o Pai. Esse passar certamente nos recorda a passagem, o Êxodo, a libertação do povo do Egito. Mas se olharmos no texto grego, é uma palavra muito especial. Em grego esse passar se diz metabasis, que significa dar um passo além de si mesmo. Sair completamente de si mesmo para se doar ao próximo. Ir além das próprias forças para ajudar o irmão, a irmã. Jesus, na última ceia vive este processo de sair de si mesmo para doar-se pelos seus discípulos, para doar-se para todos nós. Por isso Jesus diz: ‘Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei’. O amor é isso. O amor é sair de si mesmo e doar-se sem reservas pela salvação de nossos irmãos e irmãs. A Paixão de Cristo é essa realidade. Essa passagem que Jesus faz. A passagem pela cruz, na qual entrega a si mesmo, como dom completo, uma entrega completa de si pela salvação do mundo. “

A celebração de hoje nos recorda três elementos principais. O primeiro é que esta celebração é penitencial. Como nos recordou a Segunda Leitura, Ele carregava sobre si as nossas culpas. É momento também de nós reconciliarmos com Deus. Olhando para a cruz de Jesus, pedir perdão pelos nossos pecados, pelas nossas faltas. Por todas as vezes que não fomos capazes de amar e  corresponder ao Amor de Deus. Essa celebração também nos traz o segundo elemento: o silêncio. O silêncio que é contemplação. Olhar para a cruz de Jesus, para o mistério de nossa salvação. O terceiro momento é a oração. É momento de rezarmos, como em seguida iremos rezar pelas diversas realidades da Igreja.”

Gostaria de destacar apenas um versículo, de toda esta liturgia que ouvimos hoje. Que é a resposta para o salmo responsorial: ‘Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito’. Este é um versículo do Salmo 30, mas é um versículo que Jesus rezou quando estava no alto da cruz, como nos recorda o Evangelho de São Lucas, Capítulo 23. ‘Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu Espírito.’ Celebrar a Paixão de Jesus é vivermos e compreendermos o verdadeiro sentido da obediência. Obediência total do Filho que se entrega nas mãos do Pai. Jesus aqui cumpre plenamente a vontade de Deus. Jesus não quis salvar-se a si mesmo. Enquanto Jesus estava na cruz, muitos passavam por ali e diziam: ‘Desce da cruz, se és Deus. Desce daí, que nós vamos crer. Salva-se a si mesmo.’ Essa é uma tentação que todos nós passamos em nossa vida diária. Quantas vezes queremos salvar a nós mesmos. O importante sou eu, o importante são minhas ideias, o importante é que eu esteja por cima e os outros por baixo. Quando temos essa atitude, estamos caindo na tentação de salvar a nós mesmos. Mas aqui, Jesus permanece na cruz. Jesus não quis salvar-se a si mesmo. Ele não estava lá para isso. Ele não estava na cruz para salvar a si mesmo, mas para salvar a cada um de nós.”

“Assim, Ele obediente a vontade de Deus, cumpre aquilo para o qual Ele veio. Jesus. O que significa o nome Jesus? Yeshua. Deus salva. Foi para isso que o Filho de Deus veio. Para nos salvar. Mas a cruz não é o fim. As cruzes que aparecerem em nossa vida não são o fim. Ao contrário. Ela é um caminho para a redenção. Por trás de cada cruz, de cada sofrimento, existe uma redenção, uma ressurreição, uma vida nova que o Senhor quer nos dar.”

“Santo Agostinho nos lembra que Jesus viveu a Paixão. E nós vivemos a compaixão. O que significa isso? Todas as vezes que passamos por um sofrimento, uma dificuldade, um desafio em nossa vida, estamos carregando a cruz com Jesus. Temos a certeza de que não estamos sozinhos, mas o Senhor caminha conosco. Neste sentido, o Papa Francisco disse algo muito belo. Jesus sofre nos sofrimentos dos seus discípulos. Todas as vezes que sofremos, Jesus está lá. Sofrendo conosco, nos ajudando também nós a levarmos a nossa cruz.”

Ao fim da sua reflexão, Irmão Guilherme convidou a todos a fazer um momento de silêncio por todos que sofrem pela pandemia de Covid-19.

Após a homilia, Padre Laurindo e Irmão Guilherme rezaram a Oração Universal. Este ano, houve um destaque para todos que sofrem com a pandemia de Covid-19.

A Adoração a Santa Cruz aconteceu sem o beijo dos fiéis. Padre Laurindo entrou com a cruz que foi totalmente revelada no altar. O presbítero percorreu todos os corredores da Matriz com a cruz e os fiéis puderam fazer sua reverência.

A última parte da celebração foi a distribuição da Santa Eucaristia, consagradas na Missa da Ceia do Senhor. Na Sexta-feira Santa não há a celebração da Santa Missa.

Durante as músicas não houve instrumentos musicais, tornando o momento ainda mais reflexivo.

Padre Laurindo encerrou avisando sobre a Vigília Pascal que acontecerá às 18h na Matriz, neste Sábado Santo, 03 de abril.

Clique aqui para ver a cobertura fotográfica completa.

Texto e foto: Alisson Faria / PasCom Sagrada Família

Fonte: www.sagradafamiliajanuaria.com

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